Síndrome do Impostor: O Medo de Ser Feliz

Alguma vez na vida você sentiu ser uma farsa? Muitas pessoas conseguem atingir uma carreira bem sucedida e costuma atribuir suas conquistas à sorte, acaso ou qualquer outro fator alheio às suas competências. Este sentimento foi caracterizado pela psicóloga Pauline Clance, no final da década de 70, como Síndrome do Impostor.

Ultimamente ela atinge 70% dos profissionais bem sucedidos, em proporção maior para as mulheres.  Ansiedade e estresse são características marcantes desta síndrome, pois as fraquezas são supervalorizadas, gerando um sentimento de que qualquer conquista não foi de mérito próprio, onde a pessoa acredita que sua incompetência será descoberta a qualquer momento.

É muito comum ouvir frases como: “passei no concurso porque a prova estava muito fácil”, “eu consegui o emprego porque a concorrência estava baixa” “não sou bonita, estou apenas arrumada”  e ”eu tive esse resultado apenas porque me esforcei demais e não porque sou inteligente”.

Os efeitos da Síndrome do Impostor são:  discursos autodepreciativos, necessidade constante de reavaliar o próprio trabalho, fuga de situações que o coloquem no centro das atenções e trabalho além do necessário, para compensar um erro que a pessoa acredita estar cometendo. Uma maneira de começar a amenizar esta autossabotagem, que pode trazer muitos problemas no trabalho e na vida pessoal, é identificar este sentimento quando aparece.

É bom entender que falhar faz parte. Em vez de focar no erro, foque no que pode ser aprendido com ele. Não é possível vencer o tempo todo. Ao enfrentar grandes desafios, imagine-se o quanto aprenderá com eles e não fique pensando no que poderia dar errado. A ajuda de um psicólogo também é muito importante, assim que identificados os sintomas, a terapia lhe ajudará a reforçar e reconhecer seus méritos.

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